"A moda é um ridículo que não teme objeções."

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vintage, e não estamos falando de vinho



A moda Vintage é uma moda retrógrada, nada mais do que uma recuperação de estilos dos anos 1920, 1930, 1940, 1950 e 1960. Atualmente também passou a fazer parte dessa contagem, os anos 70 e 80.
A palavra, antes de ganhar conotação fashion, foi usada para designar vinhos que têm a capacidade de envelhecer dentro da garrafa tendo seus sabores e aromas aprimorados (o vint vem de vinho; age de idade).
O que deixa o vintage interessante é justamente o fato de misturar o que é atual com o antigo, mesclar diferentes décadas, desenvolvendo um estilo que transmita a identidade e a personalidade de quem veste.
As roupas clássicas de determinadas épocas, muitas vezes não se encaixam em qualquer ocasião. Com muito cuidado pode-se usar um vestido vintage em uma festa elegante, por exemplo. Muitas desses artigos clássicos são mais adequados para compor looks mais casuais, que podem ser utilizados no dia-a-dia. O importante é saber adequar a peça vintage ao resto do conjunto.

Diferenças entre antiguidade, vintage e segunda mão
Antiguidade
Tecnicamente uma peça deve ter no mínimo 100 anos para ser considerada uma antiguidade.

Vintage
Já o termo vintage pode ser aplicado de maneira mais ampla. Uma peça vintage pode ou não ser uma antiguidade, mas deve representar a era na qual foi produzida, expressando suas características, como design, materiais, etc.

Segunda mão
Com a popularização do vintage, muitas lojas de segunda mão, os brechós, passaram a apresentar seus produtos de maneira equivocada. É possível encontrar peças vintage nessas lojas, mas é preciso procurar por formas, silhuetas, tecidos ou looks que marcaram uma época e não apenas escolher uma por ser velha ou usada.

O estilo vintage transforma em referência o melhor de todas as décadas. @maabernardi

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